Cerca de 650 mil alunos paranaenses vão ficar sem aulas até 10 de agosto em função da nova gripe. O Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe-PR) decidiu, nesta quarta-feira (29), orientar os funcionários de 1.960 estabelecimentos de ensino a suspender temporariamente as aulas.
A Prefeitura de Curitiba também anunciou medida semelhante nas escolas municipais e creches públicas da cidade.
Outras prefeituras paranaenses também já decidiram paralisar as aulas. Nesta quarta-feira, outras 19 prefeituras do estado anunciaram a extensão das férias. A Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e a Unioeste também cancelaram as aulas.
A suspensão é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como medida cautelar para evitar que a doença se espalhe em locais onde ainda não foi instalada.
A suspensão nas escolas da rede privada do estado pode ser prorrogada por um período ainda maior. Só em estabelecimentos particulares estudam cerca de 542 mil pessoas no Paraná, segundo o Censo da Educação de 2008, do Ministério da Educação (MEC).
De acordo com o presidente do Sinepe-PR, Ademar Batista Pereira, a suspensão não é obrigatória. “Cada escola é autônoma para decidir sobre seu funcionamento”. O sindicato não agrega escolas das regiões de Londrina e Maringá, que ainda não decidiram paralisar as aulas.
A Prefeitura de Curitiba também anunciou medida semelhante nas escolas municipais e creches públicas da cidade.
Outras prefeituras paranaenses também já decidiram paralisar as aulas. Nesta quarta-feira, outras 19 prefeituras do estado anunciaram a extensão das férias. A Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e a Unioeste também cancelaram as aulas.
A suspensão é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como medida cautelar para evitar que a doença se espalhe em locais onde ainda não foi instalada.
A suspensão nas escolas da rede privada do estado pode ser prorrogada por um período ainda maior. Só em estabelecimentos particulares estudam cerca de 542 mil pessoas no Paraná, segundo o Censo da Educação de 2008, do Ministério da Educação (MEC).
De acordo com o presidente do Sinepe-PR, Ademar Batista Pereira, a suspensão não é obrigatória. “Cada escola é autônoma para decidir sobre seu funcionamento”. O sindicato não agrega escolas das regiões de Londrina e Maringá, que ainda não decidiram paralisar as aulas.